Programa De Olho na Cidade

17/07/2021 - 18:46

Feira de Santana pode perder ainda mais representação política em Brasília e na Assembleia Legislativa da Bahia

Jorge Biancchi
Mais uma eleição importante se aproxima, em 2022 teremos as eleições que vão definir os representantes na Assembleia Legislativa da Bahia e no Senado Federal, também vamos eleger o Presidente da República e o Governador.
 
Feira de Santana já teve representação mais significativa do que tem hoje. Contamos com dois deputados Federais, Zé Neto (PT) e Dayane Pimentel (PSL), na Assembleia Legislativa da Bahia contamos hoje com os filhos da terra Carlos Geilson e José de Arimateia, além do deputado Robson Almeida que também representa Feira de Santana. Tivemos duas perdas significativas, os deputados estaduais Targino Machado e o Pastor Tom, que tiveram seus mandatos cassados.
 
Se Feira não se atentar o quanto antes poderemos ter uma representação ainda menor nas eleições de 2022. Em entrevista recente ao programa De Olho na Cidade, o comentarista político Humberto Cedraz atribui essa falta de representatividade aos líderes políticos da nossa cidade que não tem trabalhado para construir nomes que possam se eleger. Diante desse cenário, Feira de Santana acaba abrindo espaço para nomes de outras cidades que buscam votos no município e quando eleitos não trazem o retorno que Feira precisa.
 
Então Humberto Cedraz realmente tem razão, precisamos que as nossas lideranças políticas, incluindo o ex-prefeito José Ronaldo e o atual prefeito Colbert, juntamente com o governador Rui Costa e o deputado Zé Neto, possam se unir para que Feira de Santana tenha uma representatividade maior.
 
Se isso não acontecer quem perde é a cidade, que cada vez mais se empobrece em termos de lideranças representativas na Assembleia e também em Brasília, e isso traz prejuízos. Feira de Santana fica sem emendas parlamentares e sem pessoas que possam defender nossos interesses. 
 
Que possamos acordar o quanto antes, quanto mais a gente deixar de buscar os nomes com antecedência, quanto mais deixar para última hora, menor será a possiblidade de obter êxito nas urnas.

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