Programa De Olho na Cidade

22/05/2020 - 19:54

Com apenas 45,8% de taxa de isolamento, Feira passará a receber dados de telefônicas

Coronavírus
Com apenas 45,8% de taxa de isolamento, Feira passará a receber dados de telefônicas

Sérgio Di Salles

Feira de Santana começará a medir o índice de isolamento social a partir de dados fornecidos por operadoras de celular, que registram o deslocamento de cada pessoa portando um aparelho, através de suas antenas. A informação foi passada pelo prefeito Colbert Martins Filho, através de entrevista ao De Olho na Cidade, no início da noite desta sexta (22). Atualmente, a cidade registra um número baixo, de apenas 45,8%.

 

“A partir de amanhã, estaremos divulgando aqui pela prefeitura aquele índice de isolamento social que nos é fornecido pelas telefônicas, Feira de Santana hoje estava em 45.8 de isolamento. Muito baixo, Salvador está com 49, baixo também. Todos os dias, às 15h, faremos uma atualização, e será feita uma medição. Estou falando agora de um telefone celular, e tem uma antena aqui próxima que capta este sinal, se eu sair daqui e for para outro local, se durante este trajeto, o celular passar a ser transmitido de outra antena, ele me mostra esse trajeto, quanto maior for este trajeto, significa menos isolamento social. Houve uma redução do fluxo de pessoas em Feira, isso é positivo, esperamos que a partir de amanhã, estes números comecem a melhorar.”, afirmou.

 

O prefeito ainda afirmou que fará uma comparação destes dados, de quando o comércio estava aberto e depois, quando dados suficientes depois do fechamento forem fornecidos. “Vou pedir ao secretário Denilton Brito, para se ter uma ideia, mandamos lá para a Claro, para todas elas e eles responderam. Criamos uma senha e eles estão mandando a partir do momento em que a criamos, que foi na última quarta, os dados destas datas. O secretário é o único que tem a senha deste sistema e fará o levantamento e enviará para vocês para esta comparação.”, disse. 

 

Segundo Colbert, a partir destes dados, será possível tomar atitudes mais precisas, mas que de antemão, será necessário aumentar a fiscalização. “Já fechamos o que podíamos fechar, a gente pede, faz, fala, e as pessoas parecem que não acreditam, então vamos fazer de tudo para reduzir o número de pessoas circulando nas ruas, o número de pessoas que não precisam estar nas ruas, para que o número nos permite mais conforto em razão a preparação da quantidade de leitos, é o que podemos fazer. As pessoas precisam acreditar na informação, na preservação das vidas.”, concluiu.


 

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