Bahia

Jerônimo rebate críticas de Caiado e defende combate ao crime organizado

Governador defendeu a necessidade de união entre os 27 governadores para enfrentar a criminalidade

01/11/2025 06h10
Jerônimo rebate críticas de Caiado e defende combate ao crime organizado
Foto: Feijão Almeida/GOVBA

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) respondeu nesta sexta-feira (31) às críticas de Ronaldo Caiado (União Brasil), sobre a gestão da segurança pública na Bahia, defendendo a atuação do estado no combate ao crime organizado e destacando a necessidade de união entre os 27 governadores para enfrentar a criminalidade.

“Eu estou torcendo para que a gente consiga superar esse momento. Nós temos que estar os 27 governadores nesse momento com a pauta de enfrentar o crime organizado para quebrar as finanças que é quem financia, quem patrocina nos diversos estados. Eu estou com essa condição. Quem ama a Bahia e quem conhece a Bahia sabe do nosso estilo de povo baiano e está vendo o esforço do governo do Estado para poder enfrentar esse momento com a situação que nós queremos”, disse o petista.

“Repito, bandido bom é bandido preso, entregue à justiça. Essa é a minha máxima. Prender, entregar à justiça e oferecer dentro dos presídios a capacidade de ressocialização, para ver se temos condições de ressocializar quem for de direito”, completou o governador.

Críticas de Caiado

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), criticou nesta sexta-feira (31) a gestão da segurança pública na Bahia, durante entrevista à GloboNews. Para o político, o governo federal e o Partido dos Trabalhadores têm falhado no enfrentamento ao crime organizado.

“Se Lula realmente condena a ação do Rio de Janeiro, por que não mostra essa capacidade na Bahia, o estado mais violento, onde mais se mata hoje?”, questionou.

Caiado afirmou que o ex-governador e atual ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o governador baiano, Jerônimo Rodrigues (PT), não têm demonstrado reação proporcional ao avanço das facções no estado.

“A maior barbárie hoje está dentro da Bahia. Por que eles não tomam iniciativa e mostram ao Brasil o que conseguiram fazer lá? Eles vêm com essa frase de ‘menos sangue e mais inteligência’. Quer dizer que o sangue do cidadão baiano é menos importante do que o sangue de quem morreu na operação do Rio?”.

*Por: Bahia.ba

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