Ex-diretor de jornalismo da TV Subaé relembra trajetória a repórter Alice Ribeiro
Alice estava internada desde a última quarta-feira, após o carro de reportagem em que estava colidir de frente com um caminhão na região metropolitana de Belo Horizonte.

A morte da jornalista Alice Ribeiro, de 35 anos, após um grave acidente na BR-381, em Minas Gerais, gerou comoção entre colegas de profissão e profissionais da comunicação, especialmente em Feira de Santana, onde ela atuou entre 2019 e 2020.
Alice estava internada desde a última quarta-feira, após o carro de reportagem em que estava colidir de frente com um caminhão na região metropolitana de Belo Horizonte. Ela não resistiu aos ferimentos. A jornalista integrava a equipe da Band Minas desde agosto de 2024 e também teve passagens pela Band Brasília e pela TV Subaé.
O jornalista Marcílio Costa, ex-diretor de jornalismo da TV Subaé, relembrou momentos da trajetória profissional e pessoal de Alice, destacando episódios marcantes vividos durante o período em que ela esteve na cidade.
“Ela estava no grupo que precisou se afastar durante a pandemia e ficou em casa, seguindo os protocolos. Mas foi também nesse período em Feira que ela conheceu o marido, João, que é policial rodoviário federal. Eles se conheceram aqui, se casaram, e depois ela foi para Brasília acompanhando a transferência dele”, contou.
Segundo Marcílio, Alice seguiu a carreira na capital federal, onde passou a atuar na Band, antes de retornar a Minas Gerais para ficar mais próxima da família.
“Ela voltou para Belo Horizonte há poucos meses, depois de um período de licença-maternidade. Deixa um filho ainda muito pequeno. É algo muito chocante”, afirmou.
O jornalista também destacou a última postagem feita por Alice nas redes sociais, pouco antes do acidente.
“No dia, eu vi um story dela falando justamente sobre o desafio de conciliar a vida de mãe e jornalista. E o destino vem e interrompe um sonho de uma família. É muito triste”, lamentou.
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