Dieta anti-inflamatória: Nutricionista explica como alimentos naturais podem melhorar a saúde
A dieta anti-inflamatória pode ser a chave para uma vida mais equilibrada e saudável.
A alimentação desempenha um papel crucial em diversos aspectos da saúde e pode ser uma grande aliada no tratamento de várias condições. A dieta anti-inflamatória, cada vez mais reconhecida, surge como uma excelente opção para quem deseja combater a inflamação crônica no organismo de forma natural e eficiente. A nutricionista Mayara Costa, detalhou os benefícios dessa dieta, que se baseia no consumo de alimentos naturais e ricos em nutrientes essenciais.
“A alimentação anti-inflamatória é fundamentada exclusivamente no consumo de alimentos naturais, que ajudam a reduzir o processo inflamatório no corpo”, explicou. “Quando falamos de alimentos naturais, estamos nos referindo a frutas, vegetais e proteínas magras, como ovos, peixe, frango e carne vermelha de cortes magros, como o patinho e a alcatra.”
A dieta também prioriza o consumo de gorduras boas, como o azeite de oliva extravirgem, castanhas e sementes, e inclui especiarias como cúrcuma, gengibre, páprica e açafrão. Além disso, as fibras presentes nas frutas, especialmente nas que possuem casca, e os farináceos como farelo de aveia, psyllium, sementes de abóbora, chia, gergelim e farinha de linhaça dourada, são componentes essenciais dessa alimentação.
“A chave para essa dieta é a introdução de alimentos que ajudam a reduzir a inflamação no organismo, ao mesmo tempo em que se evita alimentos ultraprocessados, açúcares refinados e gorduras trans, que são conhecidos por potencializar a inflamação”, destacou Mayara.
Os benefícios dessa alimentação vão além da redução da inflamação. Ela pode ajudar na resistência à insulina, no equilíbrio das taxas hormonais, no fortalecimento do sistema imunológico e no controle de peso, o que pode ser um apoio significativo para quem busca emagrecimento saudável. Além disso, é uma das dietas mais indicadas para mulheres que sofrem com condições como endometriose e fibromialgia, que envolvem desequilíbrios hormonais e inflamações crônicas.
Para quem deseja adotar essa alimentação no dia a dia, a especialista garante que o processo não é complicado.
“Não é necessário fazer grandes mudanças de uma vez. O importante é fazer pequenas trocas e ajustes gradativos, como trocar o óleo refinado por azeite de oliva, incluir mais frutas e verduras nas refeições, e temperar a comida com especiarias naturais”, sugeriu Mayara.
O segredo para o sucesso, segundo a nutricionista, está na constância. “Não é sobre alcançar a perfeição, mas sim fazer um pouco a cada dia. Com o tempo, essas mudanças se tornam hábitos, e os benefícios começam a aparecer naturalmente”, concluiu.
*Com informações da repórter Isabel Bomfim