Caixa d’Água do Tomba passa a integrar patrimônio cultural de Feira de Santana
A decisão ocorreu após aprovação unânime do Projeto de Lei 09/2025, de autoria do presidente da Câmara Municipal, Marcos Lima (UB).

A tradicional Caixa d’Água do Tomba, um dos símbolos mais conhecidos de Feira de Santana, foi oficialmente reconhecida como patrimônio cultural do município. A decisão ocorreu após aprovação unânime do Projeto de Lei 09/2025, de autoria do presidente da Câmara Municipal, Marcos Lima (UB).
Construída em 1984 como parte do Sistema Integrado de Abastecimento de Água de Pedra do Cavalo, a estrutura se tornou referência histórica e urbanística na zona sul da cidade, chamando atenção pelo design característico que remete a um disco voador. Com 30 metros de altura, 20 metros de colunas e 10 metros de reservatório, o monumento é frequentemente utilizado como cartão-postal e símbolo da identidade feirense.
Marcos Lima destacou a relevância da obra para a memória da população.
“É um bem da nossa cidade, conhecido não só aqui em Feira de Santana, mas na Bahia e no Brasil. Quem lembra de Feira de Santana lembra da Caixa d’Água do Tomba”, afirmou.
O presidente da Câmara explicou que a proposta surgiu da necessidade de preservar e valorizar os monumentos que ajudam a contar a história da cidade.
“Tive essa ideia junto com a minha assessoria de colocar esse monumento no hall de patrimônios da cidade. Fico grato aos vereadores pela aprovação unânime. É um patrimônio que estamos chamando atenção para que outros, como a Caixa d’Água do Tomba, também sejam reconhecidos”, disse.
Marcos Lima também ressaltou o potencial turístico e cultural da iniciativa. “Feira é uma cidade grande, turística, que recebe muitos visitantes. Eu penso muito em ter novos monumentos que venham engrandecer a cidade, que tragam pontos turísticos. Essa ideia se soma ao projeto do governo municipal, do prefeito Zé Ronaldo, que também pensa em instalar novos monumentos na cidade”, completou.
Para o vereador, o reconhecimento oficial reforça a identidade local e protege um marco urbano que já é objeto de registros artísticos, homenagens e manifestações culturais. “Sua importância cultural é efetiva, reforça nossa memória coletiva e a identidade do povo feirense”, justificou.
*Com informações da repórter Isabel Bomfim






