Política

Bancada feminina cobra representatividade no governo após demissão na Caixa

O governo justifica as trocas dizendo que precisa de mais apoio no Congresso

30/10/2023 05h07
Bancada feminina cobra representatividade no governo após demissão na Caixa
Foto: Reprodução/José Cruz/Agência Brasil

Após a terceira demissão de uma mulher entre representantes do alto escalão da Esplanada, a bancada feminina da base de apoio político do governo no Congresso tem criticado as trocas feitas pelo Palácio do Planalto. O governo justifica as trocas dizendo que precisa de mais apoio no Congresso.

A economista Rita Serrano foi demitida da presidência da Caixa na quarta-feira (25) para dar lugar a Carlos Vieira Fernandes, indicado do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Antes de Serrano, Daniela Carneiro (ex-Turismo) e Ana Moser (ex-Esporte) deram lugar a dois parlamentares homens indicados pelo União Brasil e PP respectivamente, legendas que compõem o Centrão.

Segundo a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS), a demissão da presidente da Caixa enfraquece uma das promessas de campanha do presidente Lula, a de aumentar a representatividade feminina no governo.

*Metro 1

Comentários

Leia também

Política
STF forma maioria para tornar réus ex-integrantes da cúpula da PMDF pelo 8 de Janeiro

STF forma maioria para tornar réus ex-integrantes da cúpula da PMDF pelo 8 de Janeiro

Em agosto de 2023, os integrantes foram presos preventivamente por determinação do ministro...
Política
Durante viagem ao Egito, Lula deve discutir guerra entre Israel e Hamas e assinar acordo na área de bioenergia, diz Itamaraty

Durante viagem ao Egito, Lula deve discutir guerra entre Israel e Hamas e assinar acordo na área de bioenergia, diz Itamaraty

Presidente embarcou nesta terça-feira (13) em direção ao Cairo, capital do Egito
Política
Alvo da PF, Bolsonaro só deve ser convocado para prestar depoimento no segundo semestre

Alvo da PF, Bolsonaro só deve ser convocado para prestar depoimento no segundo semestre

Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, deve depor até março