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17/01/2019 - 13:49

Mesmo com flexibilização, burocracia continua a mesma, diz instrutor de tiro

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Mesmo com flexibilização, burocracia continua a mesma, diz instrutor de tiro

Gabriel Dallas

O decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro na última terça-feira (15) que flexibiliza a posse de armas de fogo no país divide opiniões entre a população e também especialistas da área de segurança pública.

Para o técnico em segurança de uma empresa privada em Feira de Santana, Gilmar Amorim, o decreto não muda muito os aspectos burocráticos o processo de entrada para porte legal de armas.

"A burocracia continua a mesma com aplicação de testes psicológicos, idade mínima, treinamento de tiro, histórico criminal, prova de legislação e preenchimento de formulário específico junto à Polícia Federal", explicou.

Além da série de trânmite legais, alguns cursos são obrigatórios para o porte.

"Não o bastante, há cursos técnicos que regulamentam e certificam a capacidade de o cidadão manusear o equipamento", disse.


Os preços das armas comuns disponíveis variam de R$ 3 à R$ 12 mil nas lojas brasileiras.

O decreto prevê que, cada cidadão, se aprovado pelos trânmites legais, poderá portar apenas uma arma registrada por endereço, estendendo até quatro (4) registros entre residência e estabelecimento comercial.
 

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