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07/07/2018 - 09:27

Bruno Gagliasso perde parceria com Itaú após post homofóbico repercutir

Além disso, a Prefeitura do Rio de Janeiro divulgou também que Bruno Gagliasso não participará da campanha contra a fobia LGBTI.
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Bruno Gagliasso perde parceria com Itaú após post homofóbico repercutir
O Banco Itaú anunciou por meio de sua página no Twitter que o ator Bruno Gagliasso não é mais garoto-propaganda da marca.
 
A decisão do banco veio logo após um internauta questionar a empresa sobre as postagens de teor homofóbico do ator. "Já é o segundo dia que eu não consigo fazer o depósito no banco. Me ajuda?", escreveu o usuário. "Oi, boa tarde! O que está acontecendo? Se preferir, chame a gente por DM", respondeu o perfil da empresa. A resposta do internauta veio minutos depois. Com uma imagem de uma das publicações do ator em anexo, ele escreveu: "É que não consigo depositar dinheiro em banco com garoto propaganda homofóbico".
 
O post teve grande repercussão, onde os internautas cobraram um posicionamento do banco, que escreveu o seguinte tweet: "Pessoal, tudo bem? Nós repudiamos todo e qualquer tipo de preconceito e discriminação. O ator mencionado não faz mais parte das nossas campanhas ativas".
 
Além disso, a Prefeitura do Rio de Janeiro divulgou também que Bruno Gagliasso não participará da campanha contra a fobia LGBTI, em nota divulgada pela Coordenadoria Especial de Diversidade Sexual.
 
"A Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (CEDS Rio), vem a público esclarecer que à campanha contra LGBTfobia que circula na internet, na qual o garoto-propaganda é a ator Bruno Gagliasso, foi produzida pela gestão anterior. O ator está sendo acusado de homofobia e lesbofobia  por mensagens postadas no Twitter. A campanha fez parte do show Rio Sem Preconceito, no ano de 2015, em que foram gastos quase 2 milhões de reais para promover a festa. A atual gestão da CEDS Rio descontinuou o show Rio Sem Preconceito para priorizar os trabalhos sociais de apoio aos vulneráveis e, aposta, em militantes e ativistas para trazer visibilidade para a causa LGBTI", dizia o comunicado.

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