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03/10/2017 - 15:57

Justiça abre processo para investigar confusão entre Kannário e PM na Micareta 2017

Cantor e vereador questionou a ação de uma policial na festa e afirmou que era mais autoridade que ela. Episódio aconteceu no dia 21 de maio deste ano, último dia da festa.
Micareta 2017
Justiça abre processo para investigar confusão entre Kannário e PM na Micareta 2017
O cantor Igor Kannário durante apresentação para o folião pipoca na Micareta de Feira 2017 (Foto: Val Silva)
Taiuri Reis
 
A Micareta de Feira de Santana 2017 acabou, mas ainda rende polêmica. Isso porque a policial militar e estudante de Direito, Tainá Gomes, de 28 anos, processou o cantor e vereador de Salvador, Igor Kannário (PHS), por suposta calúnia após uma discussão entre eles na festa. A queixa-crime contra o 'Príncipe do Gueto' começou a tramitar na 16ª Vara Criminal de Salvador ontem (2).
 
O episódio ocorreu no dia 21 de maio, último dia da Micareta. De cima do trio, ao apresentar-se para o folião pipoca, Kannário questionou a ação da policial e afirmou que, por ser vereador, era mais autoridade que ela. As declarações foram filmadas e o vídeo repercutiu nas redes sociais.
 
Em nota postada em uma rede social, Igor Kannário se disse abismado e surpreendido com o que viu do alto do trio elétrico, e que precisou parar de tocar várias vezes por causa da violência policial. Afirmou ainda que apenas pediu respeito à policial, porque ela fez gestos obscenos e falou palavras de baixo calão direcionadas à ele.
 
Também em uma rede social, a soldada PM Tainá Gomes afirmou ter sido "humilhada" pelo cantor, alegando que trabalhava para conter uma "desordem", quando o mesmo fez sinal de negação com a cabeça e a repreendeu de cima do trio.
 
Réu
 
Na Câmara de Salvador, Kannário também é alvo de representação feita pela policial militar. Os vereadores, no entanto, ainda não analisaram o caso.

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